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Em junho, o vereador João Clemente (PSDB) enviou o Requerimento nº 598/2021 ao Executivo, solicitando esclarecimentos sobre a compreensão dos servidores públicos frente a autodeclaração de cor e etnia desempenhadas no município. Em resposta, a Prefeitura informou que as fichas de atendimentos seguem as diretrizes a Lei Municipal nº 6.448/2006, ou seja, os órgãos de atendimento à população adotaram, em suas fichas de cadastro, o mesmo critério indicado no Censo Populacional do IBGE e a mesma metodologia, perguntando ao indivíduo, com relação ao quesito cor/raça, em qual segmento ele se identifica: branca, preta, parda, amarela ou indígena.
De acordo com o documento, há um cronograma de ações, para que, ainda no segundo semestre, aconteça uma formação com os servidores municipais, em parceria com a Escola de Governo, a fim de que os mesmos compreendam a importância do acolhimento consciente quanto à questão racial. “É oportuno informar que temos um diagnóstico, por conta dos retornos de alguns atendimentos na rede. Estamos trabalhando justamente para que o acolhimento seja o mais humanizado possível, pois a abordagem sobre uma questão tão importante, não pode ser motivo de desconforto, nem para os usuários e muito menos para os colaboradores”, destacou a Coordenadoria de Políticas Étnico-Raciais.
Também foi explicado que a pasta tem como diretriz acompanhar o desenvolvimento das ações propostas, no que tange a questões raciais de maneira transversal, no âmbito das Secretarias Municipais. A coordenadoria sugeriu que o vereador estude “a possibilidade, dentro das atividades legislativas, em direcionar emendas parlamentares que auxiliem numa formação mais aprofundada do funcionalismo público e do público alvo em questão, trazendo especialistas que contribuam de forma direcionada com a sensibilização dos mesmos e consequentemente com a elevação da qualidade dos serviços prestados.”
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