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Considerando preocupante o aumento do número de dependentes químicos em Araraquara e ser fundamental o acesso a informações atualizadas sobre as opções de tratamentos disponíveis na rede pública, o vereador Rafael de Angeli (PSDB) apresentou um requerimento à Prefeitura, pedindo informações sobre os tratamentos para dependentes químicos no Município.
“Levando em conta a gravidade das consequências físicas e psicológicas causadas pelo uso abusivo de drogas, é necessário garantir que existam recursos adequados para oferecer o melhor suporte aos dependentes e suas famílias”, entende o parlamentar.
Angeli enfatiza ainda a relevância do trabalho realizado pelo Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas “Doutor Calil Buainain” (Caps AD) no cuidado e na assistência a pessoas com dependência química.
No documento, o vereador pergunta qual a quantidade de pacientes atendidos pelo Caps AD atualmente; quais são os tipos de atendimentos oferecidos pelo Caps AD, tais como atendimento individual, terapia em grupo, atividades de reintegração social, entre outros; qual a frequência e duração média dos atendimentos prestados aos pacientes; qual o número de profissionais de saúde que compõem a equipe do Caps AD e suas respectivas formações; quais são as políticas e estratégias utilizadas pelo Caps AD no acompanhamento e tratamento dos pacientes com dependência química; e se existem parcerias ou convênios firmados com outras instituições.
O parlamentar pede também um relatório mostrando resultados e indicadores relacionados ao sucesso do tratamento realizado no Caps AD, como taxa de abstinência, redução de danos e reintegração social dos pacientes.
Pergunta ainda quantas clínicas de internação para dependentes químicos estão registradas e operam em parceria com o Município; quais são os critérios utilizados para autorização e fiscalização dessas clínicas; quais são os tipos de tratamento oferecidos pelas clínicas de internação credenciadas; e se existe alguma instituição responsável pela supervisão e orientação dessas clínicas e, em caso afirmativo, qual o órgão responsável e qual o seu papel.
“Diante do preocupante aumento de dependentes químicos em nossa cidade, é essencial que tenhamos informações claras sobre os tratamentos disponíveis. Precisamos garantir recursos adequados para oferecer o suporte necessário aos dependentes e suas famílias. Além disso, queremos ter conhecimento de quais são as clínicas de internação credenciadas. É fundamental que tenhamos políticas efetivas para o acompanhamento e tratamento desses pacientes”, explica e finaliza Angeli.
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