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O vereador Gerson da Farmácia (PMDB) foi dimensionado pela direção da Apae Araraquara como “Apaexonado”, pelo compromisso assumido de defender as questões relativas a instituição em todos os níveis, juntando-se ao grupo que desenvolve atividades visando que todos aqueles que procuram assistência sejam atendidos.
“Não podemos dizer Não a um pedido de inclusão no rol dos alunos atendidos, porque isto propicia uma reação em cadeia, impondo dificuldades a família que não tem outra porta onde bater”, afirma o presidente da Apae Araraquara Pedro Paulo “Nenê” Ferrenha. Partindo deste principio o presidente “Nenê” decidiu pela implantação do projeto Empresas Apaexonadas, soma de muitos empresários que contribuindo com pequenos valores criarão a sustentabilidade necessária ao atendimento dos compromissos da instituição. A contrapartida da instituição será a autorização para uso da “logomarca” da Apae, forma também do empresariado mostrar que sua empresa atende a responsabilidade social. “Para a Apae significa parar de pedir”, cita “Nenê”. Para lançamento do Projeto o presidente irá direcionar convites a 200 empresários. O atual presidente visualiza a Apae como uma entidade que não deveria nunca dizer Não ao pedido de um necessitado, mas às vezes, por razão econômica não da para atender. “Não tem dinheiro, não tem classe, nem professor, devemos contar com renda para atender a todos, a Apae não tem fins lucrativos, mas não pode ser deficitária”, enfatiza o presidente que pretende abrir as portas e atender a todos no futuro.
Apae inaugura Parque Anna Laura
No encontro da manhã da quarta-feira (11), de Gerson com o presidente “Nenê”, diretora administrativa Márcia Fioraneli e a supervisora Ligia Celante, o parlamentar foi cientificado do cronograma das obras do espaço que irá abrigar o Parque Anna Laura, no quarteirão formado pelas ruas Candido Portinari e Bahia, e avenidas Cientista Frederico de Marco e Paulo Silveira Ferraz, a ser inaugurado em março.
O Parque Anna Laura é definido como novo conceito de acessibilidade, é direcionado a crianças com ou sem deficiência, além de ser polo de atividades culturais e esportivas para pessoas portadoras de necessidades especiais. O Parque a ser inaugurado pela Apae Araraquara irá disponibilizar espaços estruturados que proporcionarão alegria, integração, motivação para todos na medida em que é composto por diversos recursos lúdicos que propiciam às crianças com ou sem deficiência momento de troca ao compartilharem as mesmas experiências. “Desta forma, as crianças com mobilidade reduzida e/ou alterações sensoriais e intelectuais terão a oportunidade de brincar de forma segura e ampliar experiências motoras, cognitivas e sensoriais, gerando sensações prazerosas que favorecem a melhora da autoestima, promovendo a acessibilidade social, caminho que conduz a uma sociedade sem preconceitos”.
Construir parques por amor à filha que morreu
Como se reerguer após a perda repentina de um filho? O executivo do mercado financeiro, Rodolfo Henrique Fischer, 51 anos, e sua esposa, a psicóloga Cláudia Petlik Fischer, 35 anos, parecem ter encontrado uma resposta a essa pergunta. Um mês depois de Fischer abandonar uma carreira bem-sucedida para dedicar mais tempo aos filhos pequenos Arthur e Anna Laura, ele e a mulher precisaram encarar uma dura fatalidade: aos 3 anos, Anna Laura perdeu a vida em um acidente de carro. Era maio de 2012. Dois anos depois, a tragédia revelou um lado menos sombrio, quando o luto serviu como pontapé inicial para a criação do Projeto Alpapato – Anna Laura Parques para Todos. “São parques acessíveis que permitem que crianças com e sem deficiências brinquem umas com as outras, interajam e se desenvolvam em um local seguro, elaborado por terapeutas e outros profissionais de alto nível, criado e mantido sob as melhores normas e conceitos”, esclarece Fischer. Um parque-piloto, pioneiro no gênero, foi inaugurado em janeiro na Mooca, em São Paulo. A meta é que, a cada ano, quatro novos parques semelhantes sejam construídos. O espaço conta com 15 peças, como escorregador adaptado, balanços para crianças com dificuldades motoras, entre outros brinquedos e equipamentos com recursos de uso para cadeirantes. A criação do parque acessível contou com recursos do próprio Fischer e com materiais e mão de obra doados fornecedores. O casal pretende criar, no futuro, uma ONG que possa auxiliar outros pais com histórias parecidas.
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