Publicado por: Foto: Amanda Rocha/ACidadeON
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As Indicações 2999 e 2944/2025 pedem que a Prefeitura reforce a segurança em serviços públicos de educação e saúde. A primeira, de autoria do vereador Paulo Landim (PT), solicita guarda para escolas municipais. Enquanto a segunda, enviada por Landim, Enfermeiro Delmiran (PL) e Marcão da Saúde (MDB), requisita proteção para unidades de saúde.
Para os vereadores, o trabalho de profissionais de vigilância, como colaboradores terceirizados ou a Guarda Civil Municipal, deve ser aliado ao uso de câmeras e outros dispositivos. “A retirada da segurança de equipamentos públicos não gera economia, uma vez que os roubos e transtornos aumentaram nesses locais. É necessário um trabalho em conjunto, e não a substituição de seguranças por tecnologia”, argumenta Paulo Landim.
Segundo o vereador, a restrição desse serviço tem provocado um aumento nos riscos para crianças que frequentam os ensinos infantil e fundamental I e para suas famílias. Um dos casos mencionados foi a invasão de um homem ao Centro de Educação e Recreação (CER) “Maria Pradelli Malara”, no Selmi Dei, na manhã do dia 10 de junho.
“Além dos danos materiais, que geram custos maiores que a segurança indicada, devemos considerar os danos no atendimento às crianças e suas famílias, o que contribui para a falta de acesso à educação”, diz.
O prejuízo na assistência de pessoas que buscam atendimento em saúde é outra consequência citada. Nesse caso, algumas unidades são apontadas como prioritárias.
Para o Centro de Referência do Idoso de Araraquara “José Quitério” (Cria), a Unidade de Saúde da Família do São Bento, a Unidade de Saúde da Família do Parque São Paulo e o Núcleo de Gestão Ambulatorial (NGA3) em construção na Avenida Alfredo Coelho de Oliveira, que teve fios de eletricidade furtados no dia 9 de junho, sugere-se segurança 24 horas e a presença de guardas durante o período de atendimentos. Enquanto no Núcleo de Gestão Ambulatorial “Dr. Francisco Logatti” – NGA3, que está em funcionamento no Centro, o documento indica a segurança durante os atendimentos.
“A interrupção do contrato com os seguranças está diminuindo os postos de trabalho e aumentando a desigualdade, além de prejudicar a economia local”, completa Landim.
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