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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, da Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou por unanimidade no mês passado, o Projeto de Lei 213/2015, do deputado federal Giovani Cherini (PDT/RS), regulamentando o rodeio como atividade da cultura popular. O projeto ainda será votado, por isso a vereadora Juliana Damus (PP), que defende a causa animal, está enviando um requerimento à Capital nacional pedindo que a medida não seja aprovada para proteger a integridade física e os direitos dos animais. O requerimento foi aprovado na Sessão de terça-feira (9).
“Concordo com as entidades de proteção: os animais utilizados em rodeios podem ser expostos a maus-tratos, tais como puxões, empurrões, choques elétricos e muitas outras práticas nocivas. E, talvez por isso, já estressados e sofrendo ou incomodados com a dor, adotem o comportamento agressivo de pular”, diz a vereadora discordando do deputado que a presença de um público superior a trinta milhões nos festivais seja motivo para a lei. O documento pedindo o voto contrário está sendo enviado ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha e às Comissões de Constituição, Justiça e de Cidadania; de Cultura; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Para Juliana, os eventos envolvendo os animais, seja a montaria, a prova de laço, a vaquejada, entre outros, deixa claro a sua exploração, na maioria das vezes, em horários noturnos contrários ao seu ritmo de vida natural e em espaços completamente inadequados e diferentes do seu habitat natural.” Outro ponto a ser considerado é que os rodeios são realizados com a existência de intensa luz artificial, fogos de artifício, música, sons e ruídos em nível altíssimo com a finalidade lucrativa e sem a preocupação do bem-estar animal. E neste quesito Araraquara já trabalha o tema com ressalva desde 2011, quando aprovou uma lei proibindo a realização de rodeios, touradas, vaquejadas, farras do boi e eventos similares na cidade.
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