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O assassinato de uma mulher, em 30 de setembro do ano passado, dentro do Parque do Botânico, em Araraquara, afastou grande parte do público que frequentava o espaço. Mesmo com rondas da Guarda Civil Municipal, a parte de baixo, no entorno da mata onde foi encontrado o corpo, o movimento é menor ainda e pouca gente se aventura a caminhar, principalmente as crianças. “A área está praticamente isolada”, assegurou o engenheiro agrônomo, André Gustavo, vizinho do parque.
Com o objetivo de ter segurança e movimentar novamente o parque, os vereadores Thainara Faria (PT) e Rafael de Angeli (PSDB) procuraram os moradores do bairro, para organizar ações que levem as pessoas a frequentarem novamente o Parque. Na manhã do sábado (15), representantes das Secretarias de Desenvolvimento Urbano, Esporte, Segurança Pública e Departamento Autônomo de Água e Esgotos (Daae), convidados pelos vereadores, participaram de um encontro com os moradores dentro do Parque. As propostas dos moradores são muitas, inclusive espaço para ciclismo e permissão para a entrada de animais, especificamente cães, acompanhados de seus donos. Já o grupo que acompanhou os vereadores propõe atividades culturais, esportivas e até de educação ambiental, para novamente atrair a população para o local. A Guarda Civil Municipal mantém viatura no local das 22 às 6 horas.
Associação de bairros
Thainara e Angeli propuseram, inicialmente, a formação de uma associação de moradores, como forma de organizar os moradores da região e também como ferramenta de fortalecimento para suas reivindicações. Proposta aceita pelos representantes da comunidade, que terão o apoio dos Parlamentares na organização da entidade. Prestes a completar um ano do crime que abalou a cidade, os moradores afirmaram que a tragédia mudou a rotina da região e fez despertar neles a necessidade de união para lutar pela reivindicação de uma melhor estrutura urbana para o bairro, em especial na segurança pública.
Projeto
A secretária de Desenvolvimento Urbano da Prefeitura, Luciana Gonçalves, de posse da planta baixa de todo o espaço, deve apresentar aos moradores uma proposta de intervenções possíveis no espaço. O Daae estuda a qualificação das áreas dentro do parque para também elaborar projetos que possam atender às reivindicações, inclusive o espaço para ciclismo e o programa de educação ambiental. Novos encontros devem ocorrer com os moradores.
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