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Em um discurso emocionado, Rodrigo Barbosa Ribeiro, falando em nome do Movimento Direita São Paulo, ocupou a Tribuna Popular da Câmara Municipal, na terça-feira (24), para defender o movimento Marcha pela Família.
Segundo ele, o intuito é mostrar a voz solitária dos que hoje são excluídos pelas pautas do governo municipal e pela opinião da mídia informadora de Araraquara e região. “O nosso evento representou 82% dos araraquarenses, número que equivale a 170 mil cidadãos que se autodenominam católicos ou evangélicos, uma maioria esmagadora, que temos visto ser suprimida por meio de estereótipos promovido por instituições de ensino e da mídia, que buscam denegrir nossa crença e nossos valores.” Ribeiro ressaltou sua insatisfação sobre a discussão relacionada à ideologia de gênero. “De maneira sutil e orquestrada, temos visto que a educação, a mídia e o judiciário estão dispostos a abrirem as portas para a liberação de propostas que ferem a família tradicional, maior instituição que existe e que, ao invés de ser protegida, como prevê a Constituição, tem sido bombardeada em troca de construir uma sociedade perfeita”, disse, enfatizando que “algo que era tão simples de identificar, como o sexo do bebê, abriu espaço para especulação”. Questionou o porquê querem ensinar ideologia de gênero se até a medicina afirma o perigo que isso traz à sociedade, e afirmou que esse projeto de querer ensinar tão cedo sobre sexualidade às crianças é vil, ofensivo e gerará traumas irreparáveis na mente das crianças. Antes de seu pronunciamento, Ribeiro entregou um documento aos vereadores, que seria um Projeto de Lei intitulado Escola sem Partido, objetivando advertir professores e esclarecer aos alunos sobre os direitos e deveres em sala de aula. “Esse projeto não visa a criar algo novo, apenas incentivar que leis existentes sejam reforçadas na mente dos pais, alunos e educadores.” “Nós, conservadores, queremos apenas que as liberdades sejam garantidas para todos, sem exceção, e que a liberdade de expressão sirva também para quem se posiciona contrário aos que têm o monopólio da informação”, disse Ribeiro, encerrando sua participação na Tribuna Popular da Câmara.
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