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O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região (Sismar), Valdir Teodoro Filho, defendeu na Tribuna Popular na Sessão Ordinária da terça-feira (10) a manutenção da jornada de trabalho dos servidores municipais. Ao falar sobre o tema “A atuação dos poderes constituídos e os reflexos de suas ações/omissões nos serviços públicos municipais”, Teodoro falou dos problemas da CTA, da saúde municipal e da “situação dramática das finanças municipais”. “Tudo tem a ver com o modelo político e temos que combater este sistema. Aqui em Araraquara vai ser muito difícil de sustentar, estamos em vias de ter um caos na saúde na cidade”. O líder sindical afirmou que a Prefeitura é intransigente nas negociações com o sindicato.
“Defendemos o fim das negociações da data base respeitando a decisão dos servidores. Agora, diferente de não avançar, é achar que os servidores vão aceitar retroceder. Servidores da saúde, guardas municipais e agentes de trânsito estão sendo coagidos permanentemente na possibilidade de reversão já jornada de trabalho. Tem gente no setor jurídico da Prefeitura trabalhando contra o interesse público. Qualquer pessoa leiga é capaz de entender que a situação não se dá como está acontecendo dentro da Prefeitura. Estão prestando um desserviço. Há pessoas defendendo esta ideia que vai mudar a jornada dos servidores e usando a imprensa para isso. Tivemos uma ação judicial, entre 600 que a Prefeitura perdeu 90% delas, que ainda não transitou em julgado, apontando para que o Tribunal de Contas e o Ministério Público avaliem a situação, não determina coisa nenhuma para ninguém. Levaram para o Ministério Público do Trabalho e a resposta foi o arquivamento”, disse.
Teodoro alertou que está antecipando uma situação. “A Prefeitura vai tentar mudar a jornada dos servidores. Tivemos uma reunião e eles colocaram isso em documento. A tentativa de fazer uma composição via Ministério Público do Trabalho já está descartada e a possibilidade que sobra é a discussão se isto é legalmente correto ou não. A nossa concepção é que direito do trabalho não retroage. Não vamos aceitar. Se vier uma decisão judicial num dissídio coletivo vai ser um caos, porque eu duvido que os servidores da saúde vão aceitar isso. Corremos o risco de ter uma paralisação e de aconteceu alguma tragédia neste meio tempo”, afirmou o líder sindical. Ele também falou sobre a postura do Sismar em relação a ações contra suspeitas de irregularidades na Prefeitura. “Se a gente bater em todas as irregularidades, a gente quebra a Prefeitura totalmente. Temos agido com certa cautela com ações coletivas para que daqui a cinco anos a Prefeitura não tenha coisas penhoradas, serviços atravancados, cadastro no Cadin e seja impedida de receber verbas. São infinitas as irregularidades e temos trabalhado as mais gritantes, tentando dar um fôlego para eles consertarem. Ele que busque outras saídas para resolver os problemas que criou com as finanças da Prefeitura. Se atacar a jornadas dos trabalhadores da Prefeitura, nós vamos radicalizar”, finalizou Teodoro.
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