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Em junho deste ano, em visita à sede do Núcleo de Gestão de Suprimentos, Almoxarifado e Transporte de Araraquara (NGSAT), o vereador Marchese da Rádio (Patriota) questionou a Prefeitura, por meio de um requerimento, sobre as péssimas condições de trabalho dos funcionários do local e a respeito da precária situação do prédio, onde foram encontrados materiais danificados e máscaras faciais contra Covid-19 descartadas em local impróprio e com data de validade vencida.
Em resposta, a secretária municipal da Educação, Clélia Mara dos Santos, informou que atualmente 54 servidores públicos trabalham no NGSAT e que não há intenção de mudança da sede, mas que está em estudo um projeto para a adequação do armazenamento dos produtos no barracão.
Em relação à solução dos problemas verificados no local mencionado, Clélia respondeu que foram realizadas recentemente, pela Morada do Sol Eventos, locadora do imóvel, algumas intervenções no prédio do NGSAT, entre elas, limpeza das calhas e dos condutores, fixação de telhas que se encontravam soltas, reposição de vidros quebrados e colocação de manta asfáltica em telhas quebradas.
“Na ocorrência de chuvas futuras, caso se verifique mais alguma goteira, nova manutenção será feita, de acordo com informação da referida empresa. A Secretaria Municipal da Educação também realizou melhorias, como poda da árvore que está localizada próxima às calhas e o conserto das lâminas do forro de PVC do escritório. Além disso, foi efetuada a desratização do ambiente”, acrescentou a secretária.
“Sobre os materiais descartados desde 2022 até o momento, informamos que estamos providenciando o descarte adequado das máscaras, conforme as normas técnicas vigentes. Os copos (500 unidades) e as luvas (2.500) foram descartados no lixo destinado à coleta seletiva. Contamos com o Grupo de Trabalho de Material Excedente — Araraquara (GTMEXA), cuja finalidade principal é a avaliação dos bens móveis e materiais didáticos, pedagógicos e suprimentos tecnológicos que integram o patrimônio da Secretaria da Educação, colocados em disponibilidade por autoridade competente, para fins de baixa patrimonial, decidindo sobre sua utilidade e seu reaproveitamento”, informou a gestora da pasta.
O documento também aponta que as perdas de materiais eram informadas à Secretaria via e-mail ou memorando e que era dada baixa no sistema. “Porém considerando as observações da Controladoria Geral do Município (CGM), toda ocorrência no local é registrada em formulário/sistema próprio, datada e assinada pelo responsável pelo setor e formalizada ao coordenador de Gestão e ou ao GTMEXA, para as providências cabíveis”.
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