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O número de pessoas que poderiam ter suas vidas salvas pela doação de órgãos e tecidos seria muito mais satisfatório se a população tivesse mais acesso à informação sobre o ato. Quando as pessoas são esclarecidas, elas entendem e se posicionam melhor, certamente, a favor. Ainda que esteja envolvido por um momento dramático, com a morte iminente do doador, de outro lado está a única esperança para diversas pessoas, que podem receber o órgão que vai salvar sua vida. E muitas vezes, ainda que o doador tenha manifestado em vida seu desejo de ser doador de órgãos, ainda assim, ocorre a barreira da autorização da família, que nem sempre acompanha o desejo do doador. Resolver este impasse é o propósito de um projeto de lei, que tramita no Senado Federal e que está recebendo apoio da Câmara Municipal de Araraquara, por meio de requerimento apresentado pela vereadora Juliana Damus (Progressistas).
Segundo o projeto, caso o doador haja manifestado seu desejo em vida, não será mais necessário o consentimento familiar. Essa autorização da família só ocorrerá se o potencial doador não tenha se manifestado em vida a respeito da doação. A parlamentar pede que sua manifestação de apoio seja enviada à presidência do Senado Federal, às lideranças partidárias no Senado e também para as Câmaras Municipais do Estado de São Paulo. “Temos 32 mil pacientes a espera de órgãos no Brasil. A recusa familiar é responsável por 44% dos casos de não concretização do ato, que pode salvar um grande número de vidas. Isso precisa mudar. Por isso o apoio a este projeto”, manifestou a vereadora ao defender a proposta, na Sessão Ordinária de terça-feira, dia 17, na Câmara Municipal de Araraquara.
Doação de órgãos e tecidos no Brasil
O Sistema Único de Saúde (SUS) tem o maior programa público de transplante do mundo, no qual, em torno de 87% dos transplantes de órgãos e tecidos são feitos com recursos públicos, ajudando cada vez mais pessoas a terem uma vida melhor, e mais intensamente, a viverem.
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